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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O que é Agorafobia?

Agorafobia

Agorafobia é um transtorno de ansiedade, na maioria das vezes, associado às crises de pânico. Originalmente, a palavra era empregada para definir o medo de lugares abertos ou com muita gente. Hoje, é usada para definir comportamentos de esquiva, que aparecem quando a pessoa se encontra em situações ou locais dos quais seria difícil ou embaraçoso escapar, ou mesmo receber socorro, se algo de errado acontecesse.
Não se conhece a causa do distúrbio, que se manifesta mais nas mulheres do que nos homens. Em alguns aspectos, ele pode se confundido com a fobia social, uma vez que os portadores da desordem tendem a reduzir os contatos sociais como forma de esquivar-se das situações em que imaginem ser difícil obter auxílio.
Nos casos mais graves, a agorafobia compromete a vida social e profissional dos pacientes. A antecipação do medo de sentir medo e de um ataque de pânico inesperado impede, muitas vezes, que a pessoa realize atividades banais, por considerá-las potencialmente de risco.
 Diagnóstico
O diagnóstico leva em conta a história e os sintomas apresentados. Estabelecer o diagnóstico da agorafobia é importante para diferenciá-la de outras fobias (fobia social, estresse pós-traumático, etc.) e orientar o tratamento.
Sintomas
Os sintomas são semelhantes aos da crise de pânico e a intensidade varia de pessoa para pessoa. Eles podem ser classificados em:
1)psicológicos (medo de morrer, de enlouquecer, de perder o controle sobre si próprio);
2)somáticos (taquicardia, palpitação, falta de ar, sudorese abundante, náuseas, vômitos, dor de estômago, diarréia, tremores, tonturas). 
Tratamento
Os quadros de agorafobia podem reverter espontaneamente. Quando isso não acontece, a terapia cognitivo-comportamental representa o recurso mais eficaz de tratamento. Baseia-se numa técnica chamada de auto-exposição ao estímulo fóbico que consiste no enfrentamento gradual das situações geradoras do medo. À medida que são vencidas as etapas, o grau de dificuldade aumenta, até que não haja mais nenhum desconforto diante de determinado estímulo. 
Recomendações
Pessoa com medos exagerados que desencadeiam crises de pânico não está querendo chamar a atenção: tem um transtorno que pode precisar de cuidados médicos;
A adesão às sessões de exposição propostas pela terapia cognitivo-comportamental é indispensável para que o portador de agorafobia volte a ter vida normal, sem as limitações provocadas pela doença.

Fonte:http://www.drauziovarella.com.br/Sintomas/5301/agorafobia 


Agorafobia O medo de viver lá fora

 

Há no mundo quem adore confusões. Concertos de música rock, discotecas repletas de gente, muita luz colorida, jogos de futebol e em especial derbis de futebol.

Muita, muita gente, com um convívio em que é necessário gritar-se para se fazer ouvir. Apertos, confusões, empurrões saudáveis, enfim, mares de gente e de barulho. A satisfação é grande e não conseguem deixar de esboçar um sorriso a cada aplauso e assobio de dedos na boca.

Mas se há gente que gosta deste tipo de situações, existe quem sinta o oposto.

Não se tratam de pessoas que puro e simplesmente não gostam de multidões ou barulho, pessoas que se sintam incomodados. Tratam-se sim de pessoas que entram em pânico com o simples facto de sair de casa.

A Agorafobia trata-se de um medo ou fobia associados à vida social, ao pânico de se ser obrigado a enfrentar a sociedade.

O medo de interagir, desempenhar funções, de sentir que está posto à prova pela sociedade são factores importantes na altura de detectar esta patologia.

Os sintomas manifestam-se pelas mais variadas maneiras e tremores nas mãos e nos pés, voz trémula, suores frios e excessivos, dores de cabeça, palpitações, arritmia, calor excessivo, taquicardia, formigueiro, são bastante frequentes.

Esta patologia é normalmente associado à timidez exagerada, mesmo que o doente assuma que tem este tipo de problema.

Temores a falar e comer em público são apenas alguns sintomas, mas o simples facto de tentar atravessar uma estrada pela passadeira pode para um agorafóbico uma missão difícil ou impossível de fazer.

Falar com autoridades, assinar documentos, iniciar uma conversa, atender um telefone ou simples facto de cumprimentar alguém, transtornam e criam uma ansiedade psicótica num doente desta patologia.

Esta patologia pode ser consequência de um trauma, um acidente, ou simplesmente de foro psicológico. Uma depressão ou um esgotamento nervoso pode ser a consequência desta doença, mas pode também a doença despertar as próprias depressões.

A cura existe, mas para ser atingida é necessária muita insistência, persistência e fundamentalmente apoio da parte de medico, amigos e familia.
 
As idas a um psicólogo, psicanalista, ou psiquiatra são fundamentais e as terapias têm quase obrigatoriamente de ser acompanhadas por medicamentos ou anti-depressivos.

Antes de mais é obrigatório o próprio paciente estudar-se. Verificar a fonte dos seus medos, e as suas consequências. Ter a perfeita consciência da doença de que padece e estudar-se comportamentalmente facilita o tratamento e a cura.
 
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